Março no Photozofia
WAGUINHO VILELA
Pra quem gosta da viola caipira, um show imperdível !
1° de março
sábado as 21h30
couvert artístico: R$ 10,00
Waguinho Vilela é músico autodidata, violeiro, violonista e guitarrista, adotou a viola caipira como instrumento principal estendendo à ela toda bagagem adquirida. Podemos dizer que é “filho da terra”, que já conquistou seu espaço em outros palcos, tem no sangue a música herdada do avôVilela,compositor e cancioneiro importante para o Vale do Paraíba e o pai Chiquinho Sanfoneiro.
Waguinho tem em sua formação musical vertentes do blues, do choro, da música caipira e da música regional.
BANDA OASKA
8 de março
sábado as 21h30
couvert artístico: R$ 10,00
A Oaska tem um estilo próprio com composições autorais dentro da chamada Moderna MPB, onde navega por diversas influências: da cultura popular ao samba, do baião ao rock… E tem como premissa básica a liberdade de criação, sem rótulos, regada à mistura rítmica da rica música brasileira , com letras e arranjos bem trabalhados .
Um dos grandes diferenciais da Banda Oaska é seu total envolvimento com as questões ecológicas e com a conscientização do seu público para as questões ambientais, tanto nas letras como nos shows.
15 de março
sábado as 21h30
couvert artístico: R$ 10,00
Encontro Musical
Escócia – Brasil
Com Chris Stout (fiddle - violino irlandês) e Thomas Rohrer (rabeca e saxofones)
Thomas e Chris se encontraram pela primeira vez no Brasil por ocasião do MPBBPM III Edição - que reuniu oito músicos brasileiros e oito músicos escoceses em São Paulo seguido de uma turnê pelo Brasil e outra pela Escócia entre os anos 2002 e 2003. O encontro entre as texturas e melodias do fiddle escocês e a rabeca brasileira foi um dos pontos de destaque do projeto.
Entre apresentações do seu trabalho solo em turnê mundial, Chris virá ao Brasil entre os dias 08 e 18 de março para retomar o diálogo Escócia – Brasil e, juntamente com Thomas Rohrer, proporcionar ao público brasileiro a oportunidade de conferir mais uma vez esse intercâmbio musical singular e de excelente qualidade.
Chris Stout nasceu e cresceu na ilha de Shetland, ao norte da Escócia, e vive hoje em Glasgow, onde estudou violino e composição eletroacústica na Royal Scottish Academy of Music and Drama.
É reconhecido nacional e internacionalmente como um dos melhores violinistas de música tradicional escocesa de seu país.
Chris é líder da banda Fiddler’s Bid, e integrante das bandas Salsa Celtica, Finlay MacDonald Band eCeltic Feet. Além das bandas, Chris desenvolve um trabalho de duo com a harpista Catriona MacKay e trabalho solo em música tradicional e eletroacústica. Uma faixa do seu último album solo, First o’ the Darkenin’, foi nomeada a melhor faixa de música tradicional no BBC Folk Award 2005.
Thomas Rohrer nasceu em Basiléia na Suíça, iniciou seus estudos musicais como violinista e estudousaxofone com Othmar Kramis na escola de jazz de Lucerna. Desde 1995 vive no Brasil e hoje é um destacado rabequeiro da música tradicional brasileira e integrante do grupo musical A Barca. Além da música tradicional brasileira, Thomas desenvolve um intenso trabalho no campo da improvisação livre.
Thomas colabora em gravações e apresentações de Zeca Baleiro, Paulo Lepetit, Ceumar, Siba, Quarteto Original e Carlinhos Antunes no Brasil e com John La Barbera, Steve Gom e Ed Sarath, entre outros na Europa.
Apresentações e palestras confirmadas no Centro Cultural São Paulo, SESC Consolação, Centro Brasileiro Britânico, Sarau do Tucun em Campinas e Photozofia Arte & Cozinha em São Francisco Xavier.
As apresentações de Chris Stout no Brasil têm o apoio do British Council e do Scottish Arts Council
Produção: Patricia Souza
Links Chris:
http://br.youtube.com/watch?v=WN2FgHN26e0
DE TODAS AS MANEIRAS QUE HÁ DE AMAR
WOLF BORGES
Wolf Borges interpreta canções consagradas de Chico Buarque
com Deivid Santos (violão), Raphael du Valle (baixo)
21 de março
sexta-feira as 21h30
FRED MARTINS
22 de março
sábado as 21h30
por Beto Feitosa / ziriguidum.com
Vencedor do último Prêmio Visa de Música Brasileira - Edição Compositores (9ª edição), Fred Martins, é carioca, e compositor de hits de Ney Matogrosso e Zélia Duncan, lança seu segundo CD, Raro e comum e conta com a participação dos dois amigos. O aval é mais do que justo. Fred confirma nesse novo CD o que já havia mostrado em seu primeiro trabalho, Janelas, uma seleção de boas músicas e a confirmação de que o pop pode não ser descartável.
O título pode soar contraditório. A definição da música de Fred Martins também. Ao mesmo tempo em que faz uma música “comum”, transitando em um pop radiofônico dos bons, imprime sua marca. De tão “raro” vira único.
O foco principal é a música, que nasce quase nua no violão e ganha roupas diferentes. Mas se a essência já é boa, não precisa de grande maquiagem. O CD é do tipo que cria empatia imediata com o ouvinte, com músicas que ficam na memória.
Várias músicas têm cara de sucesso com marca própria, como Telefonema, De novo (ambas com Marcelo Diniz) e Pescaria (com Lucina). Mas a primeira faixa a ganhar as rádios e virar clip é a balada A música em mim, esperta parceria de Lucina e Lenita Lopez, que ganhou a dobradinha de voz com Zélia Duncan. Outra presença nobre é de Ney Matogrosso na música que dá título ao CD, Raro e comum, assinada por Fred e Marcelo Diniz, seu parceiro mais constante.
Seu primeiro sucesso aconteceu em 1999, na voz de Ney Matogrosso. O cantor gravou a músicaNovamente em seu CD Olhos de farol, trabalho em que Ney privilegiou um repertório pop com músicas de artistas como Pedro Luis, Itamar Assumpção e Paulinho Moska. A música de Fred foi para a trilha sonora do seriado Mulher e virou um dos hits do disco.
Para que complicar algo que é bom na essência? Fred Martins sabe disso e faz um som que não é nem moderno nem antigo, atemporal. MPB/pop com influências bem liquidificadas e assimiladas. Um CD com personalidade, longe dos clones da indústria e artistas criados pelo departamento de marketing. Raro e comum.
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